A semana abre no vaso, não numa ficha de preço
O caderno começa pelo que já se vê na soleira: o vaso da varanda e o canteiro da manhã. Sem preço e sem ranking de muda.
21 de outubro de 2026

Redação
O que o vaso já mostrou, o que a volta trouxe e o que o fundo seco ainda guarda. Sem preço.

O caderno começa pelo que já se vê na soleira: o vaso da varanda e o canteiro da manhã. Sem preço e sem ranking de muda.
21 de outubro de 2026

A volta do viveiro começa na soleira e termina na bancada. A nota não escolhe loja nem publica preço.
18 de outubro de 2026

A trepadeira e a sombra entram como clássico da sombra. A seção nomeia o hábito e não mede o muro.
15 de outubro de 2026

O fundo seco descreve o trecho em que a rega espera. Essa seção não entra na lista da Semana no verde.
12 de outubro de 2026

A banca e o pires de água marcam o sábado no canteiro. Sem preço e sem lista de muda.
9 de outubro de 2026

O clássico da sombra nomeia o que já se vê: a luz da janela e a trepadeira. Sem índice de sol e sem programa.
4 de outubro de 2026

A mesa de estaquia e a estaca no vaso cabem no mesmo dia. Uma fica na bancada, a outra no vaso.
30 de setembro de 2026

O caderno descreve o que está à vista no fundo seco e na cerca viva. Sem folha contada, sem preço e sem relato sobre uma pessoa.
24 de setembro de 2026

Rega
Um e-mail quando o canteiro muda de nota. Sem preço e sem ranking de muda.